Bárbara Nobrega

11 de setembro
Essa noite eu sonhei que beijava a Babi. Foi delicioso e ingênuo. Num momento de comemoração por sobre algo genérico, eu a vi chegando na casa em que me alocava. Lembrava a casa de Dudu em Saquarema. Vi a pele bronzeada em volta do nariz dela, achei fofo. Na hora fui só cumprimentar mesmo, mas o doce impulso me levou devagar à sua boca: e engraçado que, ainda sonho, tivemos reações sutis e educadas. O mundo das fantasias afetivas toma proporções curiosas quando me pego desejando tanto sentir minha amiga por dentro; esta que, tão si, já virou marca identitária de mim mesmo.

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