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Mostrando postagens de abril, 2018

Má fé e categorização das liberdades

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jps

"não sou pederasta"

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jps

Sufocar o conceito de angústia (?)

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jps

a Exigência faz o Valor

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jps

Coco, Disney.

Tinha de ter anotado isso desde a noite que vi com a Malu esse filme aqui há quase dois meses, mas esqueci. Pois fica por agora: "Levante suas palavras, não sua voz. É a chuva que faz as flores crescerem, e não os trovões." Eu vi isso em Coco ou Breadwinner? Nesse caso me permito não ligar. Mas vale a ressalva de que uma anotação na hora exata do pensamento crítico tem tendência a ser menos imprecisa, mais insofismável. Salvo as pequenas frustrações, pesquisei e constatei que a frase originalmente era do Rumi. Enfim em paz, uma boa noite.  Em breve me esperarão no Nanan, suponho que eu precise acabar esse trabalho logo. :)

Servidão: masoquismo e desamparo à luz de Freud

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Joel Birmam

Uma curiosa observação: Skyrim e identidade.

Se o sujeito pré moderno era caracterizado por uma identidade fixa e o pós moderno pela sua maleável construção identitária, manifesta-se aí o antro do que se entende por divertido em esmagadora maioria dos jogos RPG. Tomando skyrim ao primeiro observar, é indubitável notar que dovahkiin é um sujeito pós moderno, ao passo que todos os outros constituintes da trama são fixa-identitários. Observemos que a identidade do protagonista seria construída a partir da gama de escolhas feitas pelo próprio, enquanto que os relacionáveis seriam sempre reis, vendedores, camponeses, assassinos, ladrões ou dragões, de início ao final, vida à morte.. Curioso. A diversão estaria no inverossímil cultural, uma transmutação entre sujeitos temporais diferentes, ainda que correlatos pelo fixo trajeto histórico da narrativa.

Angústia e Medo

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jps

Betty Dodson

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"é um belo conceito, o sexo social para o prazer afirmativo da vida, ao invés do sexo baseado em economia e poder, compra e venda, a negociação dos órgãos genitais " g t

Stanley

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em g t

Hubris

Ícaro, ao voar tão próximo do sol.

Faíscas de idealização

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Deixa-me tocar os cabelos, puxá-los quase tão fortes quanto esses teus altivos olhos me puxam; eu não sei se desmorono ou admiro teu sorriso quando ouço o tão invejável click que mais ouso apenas similar; jamais comparar. Deusa do meu interrompido colateralmente coração, faz dos meus cigarros os teus beijos, pois que minha boca já queimou as faíscas do ser e busca as salivas da sua. Molha-me como o reflexo dos seus retratos que só me deixo imaginar por vontade de tocá-los, tanto por desejo quanto por merecimento. Faz-te o que bem quiser e peço que não tome minhas palavras como ordens ou súplicas, porque meu respeito não te traria nada senão o que se há de mais mútuo num vínculo. Meus imperativos são pela minha liberdade no falar, tal como este falar reconhece as vontades de seus ouvidos, inefável fotógrafa.

Indagação

Por que, em momentos de angústia, propomos uma irreal felicidade avante - tal qual Lamarck propusera aos oblongos pescoços de girafas que cresceriam supostamente por força de vontade -, ao invés duma ideia darwinista? Imagino que por conforto. Darwin prega reprodução e sobrevivência, aqueles que a angústia nada impede. Enquanto que Lamarck prega possibilidades e aquisições, aquelas que a vida poda e a morte acalenta.

Pedro

Em medo dos sonhos que me têm vindo, contrastando meus pensamentos de ordem, mas encontrando-se com meus resquícios de frustração, talvez me seja bom tomar por moderada obsessão os olhos aguados de Pedro. Faz-se preciso ao peixe que nade. E quando nas águas que quer não se pode, pois que se nade noutras, nestas tão suculentas com 28 mil histórias para me surpreender, fazer pensar e amar.

Tempos que não há algo subjetivamente melhor...

Do que a doce realização de constatar estar de boa com sua vida da cabeça aos pés, num estado em que nada se falta e que todos os constituintes de sua história se enquadram em seus devidos lugares. Trabalhar com o que se tem, fourieristas. Frase de um mau original uso, bem malandramente utilizada. Um genuíno obrigado aos que me fizeram sentir. Um genuíno obrigado a mim mesmo por uma trip bem crescente. O que se havia de a fundo pensar sobre os momentos de até hoje já se me riscaram as cicatrizes ao ponto duma nova pele surgir por debaixo. E à luz desse sol que aprendi a ver das cores que me convém, tal minha nova pele apenas me gratifica, junto às marcas que de vocês leitores me deram. Aos espinhos de suas árvores, fixas ou mutáveis como forem, tenho amor, pleno forte amor, lacônico e efusivo, amplo, detalhadamente amplo, como um gigante mosaico. Desejo que vos acompanhem em vida as mais belas das noites, as maiores certezas nas escolhas, os maiores arrependimentos nos equívocos e, em ...

Minha felicidade

Brilha junto à minha conscientização do ego e das relações que entre esse e outros se podem dar, e de tudo que se há de funesto que das mesmas relações podemos pela densa diligência relegar.

boetie de novo kk

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cães

Etienne..

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Não poder ser alegre e não ousar ser triste.

Etienne la Boétie 2

De bom grado iria te ver em tua cova; vejo muitas pegadas de bichos que vão a ti, mas não vejo uma só das que voltam para trás; autoria sei la

Etienne la Boetie

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Da fila do

 Cheio de gente lá fora, te esconde quieto, o som das pessoas não chega a entrar aqui. Se tá com fome, lê. Se tá com tédio, lê. Se tá triste, lê. Se tá feliz, lê. Quer ligar para alguém, lê. O único som que entra é a contração dos ouvidos quando olhos fecham com força, as têmporas parecem ricochetear bem velozmente, produzindo um estridente som, um motor de moto velha na cabeça. O som mais confortável que se pode ter no momento é o arranhar dum quadro negro cerebral. E se abrem leves os olhos, os mesmos olhos, abrem com eles uma chuva silenciosa. Para de uma vez o estalo, ou diria, os estalos, como se a moto resolvesse desligar o motor da companhia. O motoqueiro passa do teu lado e para, na chuva. O ponto da vida em que isso é mostra de cia. Anos de juventude (!!!), há quem diga.

Discurso da servidão voluntária

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Etienne La Boétie,

noyes

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em gay talese

john humphrey noyes

"A reforma moral que deriva do sentimento de vergonha tenta empreender uma guerra sem esperança contra a natureza" bela frase, cara viajado visto em gay talese thy neighboor

sei

as memórias que nao criei os hálitos que não senti os lugares que não fui os poros que não suei os sorrisos que não causei as lágrimas que não fiz os cabelos que não cortei as cores que não vi as dores que não atenuei os mares que não nadei as virilhas que não mergulhei os beijos que não dei os amores que não amei por me ocupar do peso de, não receptores, mas apenas, bem sei, terceiros.

Prazer e joie de vivre...

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gay talese citando wilhelm reich

dupla sertaneja

parrudo e oblongo

Bauman

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em stuart hall

Anotação estética

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 O que a sociedade me espera em centímetros, a vida me pagou em charme Para lembrar de como ando gostando do meu bigode para ares provocativos comigo mesmo no futuro, e com quem mais se deixar levar nesse olhar gostoso, neste lábio suculento..

paródia stuart hall

ao longo da vida, essa estória se repete ad nauseam .

Rapaz

que saudável fogo no educado ousado rabo