Arquivos do mal-estar e da resistência
Que o masoquismo seria a forma privilegiada de ser da subjetividade, que se protege dessa maneira triste de um suposto malefício maior produzido pela modernidade, qual seja, o desamparo. Vale dizer, para se protegerem do horror do desamparo, as individualidades se valem do masoquismo como forma primordial de subjetivação. p.26
A ruptura das formas antecipadas de produção identitária, promovidas como invariantes pela tradição, lança as subjetividades no abismo do desamparo. este é o resíduo maior produzido pela quebrada tradição, a partir da qual o sujeito deve se constituir inapelavelmente com os seus próprios meios. p.27
Parece-me que é nessa encruzilhada diabólica que se pode apreendera riqueza revelada pelo conceito de desamparo em Freud, na medida em que essa posição originária do sujeito indica o efeito maior do processo produzido pela modernidade. p.27
BIRMAN, Joel. Arquivos do mal-estar e da resistência. Editora: Civilização Brasileira. 2ª Edição. Rio de Janeiro. 2017.
A ruptura das formas antecipadas de produção identitária, promovidas como invariantes pela tradição, lança as subjetividades no abismo do desamparo. este é o resíduo maior produzido pela quebrada tradição, a partir da qual o sujeito deve se constituir inapelavelmente com os seus próprios meios. p.27
Parece-me que é nessa encruzilhada diabólica que se pode apreendera riqueza revelada pelo conceito de desamparo em Freud, na medida em que essa posição originária do sujeito indica o efeito maior do processo produzido pela modernidade. p.27
BIRMAN, Joel. Arquivos do mal-estar e da resistência. Editora: Civilização Brasileira. 2ª Edição. Rio de Janeiro. 2017.
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