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Mostrando postagens de junho, 2018
Cara
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Que dia lindo Que manhã bela e calma Que tarde intensa e suculenta de se sentir Que doce visão Que doce gosto Que doce pensar A noite fechou com mais sorriso E ainda não acabou Ah, que felicidade! Eu sou feliz como quem abre uma porta de madeira pela manhã Eu sou amado pelo melhor amor E quanto amor Feliz pensar em sentir sentir e sentir, sentir como quem sente sente.
Bacon, em Lock, Stock and Two Smoking Barrels
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Junho
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Me faz bem realizar que é real poder sonhar tudo o que a poda não concedia A tesoura do abuso largou da minha língua, e não me há a menor intenção de empunhar lâminas tendo minhas mãos cheias de flores. Sou de tudo, mas não costumo errar frequentemente, aprendi com o viver e nada peço senão continuar meus viveres à luz do meu querer. Sem dores ou amarguras desnecessárias, sem fardos que pouco me importo sobre, sem sequer abrir a porta do labirinto que tenta, já tão ineficazmente, pôr minha mente em xeque.
Nuno Medeiros
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é algo estupendo Que as catarses do tempo fraquejem pois que de Nuno que sou eu maravilhoso ser que encanta amor da forma mais densa beatitude da qual infinita fogoso em termos divinos, almejáveis, jamais alcançados tal qual o próprio Nuno Medeiros eu que sou ele e que sou Lindíssimo nos meus calafrios sorridentes, nas marcas nas maõs que vejo aos dentes por morder de beijos tal mão tão apaixonante quanto a de Nuno Medeiros calcificada tal qual suas duras coxas petrificadas pelos giros delicada formosa mão que quando toca o que for desperta ali a sensação mais vívida de ser tocado por algo magnânimo como eu E se minha certeza toda desse prazer, doce prazer, que é a minha existência; se essa certeza desperta a certeza da negação da minha beatitude de ser, pois que haja negação e na negação vemos pois a beleza do existir que canta junto ao encanto que é Nuno Medeiro...
Problemas e soluções
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Parece que mais sentido me faz, creio que por influência do tempo, a forma pela qual nossos problemas e soluções são pura questão de distribuir atenção. Enquanto uma atenção se prostra por sobre algo, ela afirma para si aquele algo, negando a todo o resto. Não vou entrar no âmbito da multi-atenção - por mais real que ela seja, é real sempre até certo ponto , e minha tese condiz mais à ideia de finitude do que de singularidade: pouco importa se me atento a uma coisa ou a um milhão de coisas ao mesmo tempo, visto que há sempre mais um infinito para que eu me atente (infinito este que torna migalha o milhão de coisas) -; consideraremos, pois, o viés do momento, do instante e o viés do hábito, do gradativo, da rotina . [inacabado]