Nunca foi. A intenção original, a matriz do que já era antes de ser, era a conscientização, ou ainda melhor, a realização própria. Amor, conceito único perto da multiplicidade do eu. Odeio-me, enojo-me, cuspo-me com prazer, à medida em que também me acaricio e admiro com olhos contemplativos e suculentos, serenos e sequiosos. Clamar pelo amor próprio, em uma súplica externalizante, não passando de uma humanização de algo irreal, religiosidade camuflada. A busca do bem e do mal, de deus e do diabo, do amor e do ódio; todas dicotomias criadas por mentes como as nossas, mentes nas quais até lhe serem convenientes a ideia de criar tais conceitos, sequer estes existiam!!! Não vos perpassa a dor que é ter a singularidade d'uma forma de pensar em vigência sob constante cheque da escuridão que são os arredores da consciência, preenchidos por nada e envolvendo com suas foscas asas uma única perspectiva sempre circulante, sempre rebatendo entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio? Conceit...