Rs


thrust [θrΛst]  ■ v. (pretérito, particípio passado thrust)1 empurrar; atirar2 enfiar3 cravar  ■ s.1 empurrão2 ataque; golpe; estocada3 ponto fulcral; ideia central4 propulsão  ♢ thrust aside v. pôr de parte; rejeitar  ♢ thrust on/upon v. impor a; impingir a; empurrar para col. 
thruster [ˈθrΛstə] s.1 indivíduo que lança uma estocada2 pessoa que abre o seu caminho, empurrando3 caçador demasiado impetuoso4 pessoa que procura se impor 
thrusting [ˈθrΛstɪŋ] adj. ambicioso; sem escrúpulos

neighing [ˈneɪɪŋ]  ■ adj. que relincha  ■ s. rincho; relincho

renhidamente adv. De modo renhido.  ‣ Etimologia: renhido + -mente renhido adj. 1. Porfiado; debatido; disputado. 2.  [Figurado] Sangrento. 
renhimento s. m. 1. Ato ou efeito de renhir. 2. Porfia; briga. 
renhir v. tr. e intr. 1. Travar combate. = COMBATER, CONTENDER, DISPUTAR 2. Questionar numa discussão. = CONTENDER, DISCUTIR • v. pron. 3. Ficar mais intenso. = INTENSIFICAR-SE  ‣ Etimologia: espanhol reñir, do latim ringor, ringi, arreganhar os dentes, assanhar-se renhões s. m. pl. [Portugal: Trás-os-Montes] Testículos.

álgido adj. 1. Muito frio. 2. Afecção caracterizada por sensação de frio.

uberdade s. f. 1. Qualidade do que é úbere. 2. Abundância ou fartura de frutos ou de novidades. 3. Fecundidade da terra. = FERTILIDADE  ‣ Etimologia: latim ubertas, -atis 
úbere s. m. 1. Glândula mamária. = MAMA, MAMILO, TETA • adj. 2 g. 2. Que produz muito. = ABUNDANTE, FARTO, FECUNDO, FÉRTIL  ‣ Etimologia: latim uber, -eris, peito, mama; fecundidade; fecundo, fértil 
ubérrimo adj. 1. Muito úbere. 2. Muito abundante.  ‣ Etimologia: latim uberrimus, -a, -um ubertoso |ô| adj. [Linguagem poética] Úbere. • Plural: ubertosos |ó|.

adstrição s. f. 1. Ação (e resultado) de substância adstringente. 2. Contração (do estômago). 
adstringência s. f. Qualidade de adstringente. adstringente adj. 2 g. 1. Que serve para apertar os tecidos vivos. • s. m. 2. Substância adstringente. 3. sabor adstringente: o que causa na língua uma sensação de aperto. 
adstringir v. tr. 1. Causar adstringência em. 2. Apertar, cerrar. 3.  [Figurado] Constranger, obrigar.
adstritamente adv. De modo adstrito.  ‣ Etimologia: adstrito + -mente adstritivo adj. Que adstringe. 
adstrito adj. 1. Apertado. 2. Dependente, ligado. 3. Sujeito. 4. Restrito.

smear [smɪə]  ■ v.1 besuntar2 engordurar3 borratar; manchar4 difamar; enlamear fig.  ■ s.1 mancha; nódoa2 difamação;  ♦ smear campaign: campanha de difamação3 MEDICINA esfregaço;  ♦ cervical smear: esfregaço cervical  ♦ [GRÃ-BRETANHA] smear (test): teste de Papanicolau 
smearing [ˈsmɪərɪŋ] s. ato de enodoar ou lambuzar 
smeary [ˈsmɪərɪ] adj.1 lambuzado; gorduroso2 com manchas ou nódoas

wiggling [ˈwɪglɪŋ] adj.1 sinuoso; com muitas curvas2 serpenteante; serpeante

Women (Charles Bukowski)
- Seu destaque na página 231 | Posição 3527-3530 | Adicionado na data quinta-feira, 25 de julho de 2019, 20:56:40

She took a hit and then I kissed her. I pulled her head back by the hair. I forced her lips open. It was a long one. Then I let her go. “You like that, don’t you?” she asked. “To me it’s more personal and sexual than fucking.” “I think you’re right,” she said.

nibble [ˈnɪbəl]  ■ s. mordidela; trinca  ■ nibbles s.pl. coloquial aperitivos  ■ v.1 depenicar (at, -); debicar (at, -)2 mordiscar

flick [flɪk]  ■ s.1 pancada leve; movimento rápido2 (dedos) piparote3 [EUA] coloquial filme  ■ v.1 mover(-se) rapidamente2 (pó, etc.) sacudir3 (chicote) zurzir4 (máquina) premir

spurt [sp3ːt]  ■ v.1 jorrar2 arrancar; correr  ■ s.1 jorro; golfada2 acesso (of, de);  ♦ a spurt of anger: um acesso de cólera

zurzir v. tr. 1. Dar golpes ou desfechar pancadas em. = AÇOITAR, BATER, ESPANCAR, FUSTIGAR, MALTRATAR 2. Criticar severamente. 3.  [Figurado] Afligir. 4. Magoar.

premer |ê| v. tr. 1. Carregar ou fazer pressão em. = APERTAR, COMPRIMIR, PREMIR 2. Apertar para forçar a saída de líquido. = ESPREMER 3.  [Figurado] Causar opressão. = OPRIMIR  ‣ Etimologia: latim premo, -ere, fazer pressão

rip [rɪp]  ■ v. (pretérito, particípio passado -pp-)1 rasgar; romper2 arrancar  ■ s. rasgão  ♦ coloquial to let (it/her) rip: dar gás  ♦ coloquial to let rip (at somebody): desatinar (com alguém)  ♢ rip apart v. despedaçar  ♢ rip off v.1 arrancar2 (objeto, clientes) roubar  ♢ rip up v.1 rasgar em pedaços2 despedaçar

Uma aprendizagem: ou O Livro dos prazeres (Clarice Lispector)
- Seu destaque na página 61 | Posição 926-926 | Adicionado na data segunda-feira, 29 de julho de 2019, 06:25:57

a testa se perlava de gotas de suor que terminavam escorrendo pelo rosto.

encarniçado adj. 1. Sedento de carniça. 2. Assanhado; furioso; cruel; feroz; sanguinário. 
encarniçamento s. m. 1. Ato de encarniçar-se (o animal na presa). 2. Aferro; fúria, pertinácia (em perseguir ou combater). 3. Paixão, obstinação pertinaz. 
encarniçar v. tr. 1. Deitar a carniça (aos cachorros). 2. Assanhar (os que brigam). 3. Incitar (os que se querem mal). • v. pron. 4. Perseguir com fúria e ódio; enfurecer-se.

impingir v. tr. 1. Dar com força. = PESPEGAR 2. Constranger a ouvir, a comprar ou a aceitar (coisa molesta).  ‣ Etimologia: latim impingo, -ere, espetar, enterrar, plantar, pregar, lançar, atirar, impelir

pespegar v. tr. 1.  [Informal] Dar, aplicar, assentar com força. 2. Impingir. 3. Colocar, postar.

mordaz adj. 2 g. 1. Que morde. 2. Mordente, corrosivo. 3. Satírico; maledicente

pungência s. f. Qualidade do que é pungente.  ‣ Etimologia: pungir + -ência pungente adj. 2 g. 1. Que punge. = PICANTE 2.  [Figurado] Doloroso ou comovedor.  ‣ Etimologia: latim pungens, -entis, particípio presente de pungo, -ere, picar, furar 
pungentemente adv. De modo pungente.  ‣ Etimologia: pungente + -mente
pungimento s. m. 1. Ato ou efeito de pungir. 2. Compunção; dor moral. 
pungir v. tr. 1. Picar. 2.  [Figurado] Estimular; incitar. 3. Atormentar; afligir. 4. Magoar moralmente. 5. Sentir-se comovido por. • v. intr. 6. Sair com dor. 7. Começar a apontar ou a aparecer (a barba, a vegetação).  ‣ Etimologia: latim pungo, -ere, picar, furar 
pungitivo adj. 1. Pungente. 2. Agudo; penetrante.

hirto adj. 1. Inteiriçado; ríspido. 2. Ereto. 3. Crespo; hirsuto. 4. Muito teso. 5. Imóvel.

hirsuto adj. 1. Que tem pelos longos e bastos. = CABELUDO, CERDOSO, VILOSO 2. Que não está composto ou cuidado (ex.: cabeleira hirsuta). = EMARANHADO, ENRIÇADO 3.  [Figurado] Que não tem delicadeza ou cortesia. = GROSSEIRO, RÍSPIDO, RUDE ≠ DOCE, DELICADO, POLIDO  ‣ Etimologia: latim hirsutus, -a, -um
hirtamente adv. De modo hirto.  ‣ Etimologia: hirto + -mente 
hirteza |ê| s. f. Qualidade do que é hirto. hirto adj. 1. Inteiriçado; ríspido. 2. Ereto. 3. Crespo; hirsuto. 4. Muito teso. 5. Imóvel.

rogar v. tr. 1. Pedir por favor. 2. Pedir com instância, suplicar. • v. intr. 3. Fazer súplicas. 4. fazer-se rogar: gostar que lhe peçam com muito empenho; fazer-se rogado. 5. assalariar para trabalhos campesinos.  • Confrontar: rojar.


teso |ê| adj. 1. Tenso, esticado. 2. Inteiriçado, imóvel. 3. Firme, rijo, forte. 4. Intrépido. 5. Impetuoso. 6. Decidido. 7. Enérgico. 8. Ríspido. 9. Renhido. 10. Íngreme. 11.  [Gíria] Sem dinheiro. • s. m. 12. Monte ou cerro alcantilado ou íngreme. 13. Cimo do monte. 14.  [Brasil] Parte elevada do terreno que, numa superfície inundada, fica acima do nível das águas (Amazônia). 15. Terreno mais alto que fica junto à barranca do rio (Rio Grande do Sul). 16. Morro quase a pique. 17. teso como um pau: arrogante, vaidoso e presumido.


Uma aprendizagem: ou O Livro dos prazeres (Clarice Lispector)
- Seu destaque na página 97 | Posição 1485-1486 | Adicionado na data quarta-feira, 31 de julho de 2019, 12:56:44

percebeu que nesse seu espraiar-se é que estava o prazer ainda perigoso de ser.


vincada s. f. Vinco; rego. vincar v. tr. Fazer vincos ou dobras em. = ENRUGAR
vinco s. m. 1. Marca deixada por uma dobra. 2. Sulco ou vestígio deixado por uma pancada, pela passagem de uma roda, por um cordão, que se apertou em volta de um corpo, por uma unhada, etc. 3. Vergão; arganel. 4. Primeira camada, imediata à côdea inferior da broa, quando esta sai do forno mal cozida. 5.  [Portugal: Estremadura] Quantidade de azeitona que a moenda leva de cada vez.

nímio adj. Que existe em demasia. = DEMASIADO, DESMEDIDO, EXCESSIVO, SOBEJO  ‣ Etimologia: latim nimius, -a, -um

crápula s. f. 1. Devassidão grosseira. 2. Desregramento habitual e abjeto. 3. Libertinagem. • s. m. 4. Indivíduo crapuloso. crapuloso |ô| adj. Libertino; devasso; em que há crápula. • Plural: crapulosos |ó|.

concubinar v. pron. 1. Amancebar-se. 2.  [Figurado] Conluiar-se. 3. Conchavar-se.  • Nota: usa-se apenas como verbo pronominal. concubinário adj. s. m. Que ou aquele que tem concubina. concubinato s. m. 1. Estado do homem e da mulher que vivem como casados. 2. Mancebia.  ‣ Etimologia: latim concubinatus, -us
concúbito s. m. 1. União carnal. = COITO, CÓPULA, COPULAÇÃO 2. Coabitação.  ‣ Etimologia: latim concubitus, -us 
conculcador |ô| adj. s. m. 1. Que ou aquele que conculca. 2. Desprezador. conculcar v. tr. 1. Pisar aos pés. 2.  [Figurado] Desprezar. 3. Menosprezar. 4. Aviltar. concunhado s. m. Cunhado de um dos cônjuges (em relação ao outro).  ‣ Etimologia: con- + cunhado 
concupiscência s. f. 1. Desejo imoderado de satisfazer a sensualidade. 2. Apetite sensual.  ‣ Etimologia: latim concupiscentia, -ae concupiscente adj. 2 g. Que tem concupiscência.  ‣ Etimologia: latim concupiscens, -entis, particípio presente de concupisco, -ere, cobiçar, desejar ardentemente 
concupiscentemente adv. De modo concupiscente.  ‣ Etimologia: concupiscente + -mente concupiscível adj. 2 g. Que desperta a concupiscência.  ‣ Etimologia: latim concupiscibilis, -e, que pode ser cobiçado

conchavar v. tr. 1. Ligar. 2. Encaixar. 3. Combinar, ajustar, conluiar. • v. pron. 4.  [Brasil] Entrar para o serviço de alguém ou de uma casa.  ‣ Etimologia: latim conclavo, -are, pregar juntamente, não deixar sair

mancebia s. f. 1. Estado de quem vive amancebado. 2. Vida dissoluta. 3.  [Antigo] Lupanar; alcoice. 4.  [Pouco usado] Juventude. mancebil adj. 2 g. Relativo a mancebo. 
mancebo |ê| s. m. 1. Homem muito moço; rapaz. 2. Fasquia para amparar tábuas de forro; velador. • adj. 3. Juvenil, moço. 4.  [Portugal: Regionalismo] Pedaço de pau onde se pendura a candeia. 5.  [Brasil] Cabide de braços.
amancebado adj. 1. Que vive em mancebia, que se amancebou. • s. m. 2. Amásio. amancebar v. pron. 1.  [Depreciativo] Ligar-se maritalmente a alguém, sem laços de casamento; tomar concubina, amante. = AMANTIZAR-SE, AMASIAR-SE, AMIGAR-SE, JUNTAR-SE 2.  [Pouco usado] Ligar-se a algo que pode ser prejudicial. 3.  [Pejorativo] Estabelecer relação com. = ALIAR-SE, ASSOCIAR-SE  ‣ Etimologia: a- + mancebo + -ar  • Nota: usa-se apenas como verbo pronominal.

sibila s. f. 1. Mulher a quem os antigos atribuíam o dom da profecia e o conhecimento do futuro. 2.  [Popular] Bruxa. sibilação s. f. 1. Ato ou efeito de sibilar. 2. Silvo, assobio. 3.  [Patologia] Ruído especial análogo a um silvo pouco intenso que se percebe em certas doenças dos órgãos respiratórios. sibilante adj. 2 g. Que sibila. sibilar v. intr. 1. Assoprar produzindo um silvo agudo e prolongado. 2. Silvar, assobiar. 
sibilinamente adv. De modo sibilino.  ‣ Etimologia: sibilino + -mente

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Loba Carol.

Confieso que he vivido (Pablo Neruda)
- Seu destaque na página 11 | Posição 154-154 | Adicionado na data domingo, 4 de agosto de 2019, 20:23:17

Yo lo perseguía y cuando lo iba a cazar volaba de nuevo entre los aullidos más ensordecedores que escuché jamás.
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estafa s. f. 1. Cansaço extremo. = FADIGA 2. Jornada comprida e fatigante. 3. Situação ou tarefa enfadonha. = MAÇADA 4. Corrida. 5. Sova. 6. Burla, fraude. • Sinônimo geral: ESTAFADEIRA  ‣ Etimologia: italiano staffa, estribo estafadeira s. f. O mesmo que estafa.  ‣ Etimologia: estafar + -deira 
estafadela |é| s. f. Grande estafa.  ‣ Etimologia: estafar + -dela 
estafado adj. 1. Cansado; cediço, velho, muito visto; que já não presta. 2. Derreado, desancado.  ‣ Etimologia: particípio de estafar

maçada s. f. 1. Golpe de maça ou clava. 2. Pancada com maço. 3. Sova. 4. Armação de pescar lampreias. 5.  [Figurado] Estopada, importunação. 6. Aborrecimento, chatice. 7. Conluio. 8. Trabalho ou ocupação desagradável. 9. Alicantina.  ‣ Etimologia: maça + -ada  • Confrontar: massa.

sova |ó| s. f. 1. Ato ou efeito de sovar. 2. Conjunto de pancadas dadas a alguém como castigo ou maus-tratos. = TAREIA, TUNDA  ‣ Etimologia: derivado regressivo de sovar

tareia s. f. 1. Conjunto de pancadas dadas a alguém como castigo ou maus-tratos. = SOVA, PANCADARIA, TUNDA 2.  [Portugal: Mondim] Tarefa.

tunda s. f. 1. Conjunto de pancadas dadas a alguém como castigo ou maus-tratos. = SOVA, PANCADARIA, TAREIA 2.  [Figurado] Crítica severa.

paulatinamente adv. A pouco e pouco, lentamente, devagar. paulatino adj. Que é feito devagar, lentamente, aos poucos.

opulência s. f. 1. Abundância de riqueza; magnificência. 2. Fausto. 3. Classe dos opulentos. 4.  [Por extensão] Diz-se das produções muito abundantes. 
opulentamente adv. De modo opulento.  ‣ Etimologia: opulento + -mente opulentar v. tr. 1. Tornar opulento; enriquecer; engrandecer. • v. pron. 2. Tornar-se opulento. 
opulento adj. 1. Magnífico; rico. 2. Copioso; abundante. 3. Pomposo. 4. Muito desenvolvido.

desafogo |ô| s. m. 1. Alívio. 2. Pequena vingança; desabafo. 3. Desembaraço, resolução. 4. Recreio, distração; folga. • Plural: desafogos |ô|.  ‣ Etimologia: derivaçao regressiva de desafogar

Confieso que he vivido (Pablo Neruda)
- Seu destaque na página 29 | Posição 396-438 | Adicionado na data quinta-feira, 15 de agosto de 2019, 13:34:48

El amor junto al trigo Llegué al campamento de los Hernández antes del mediodía, fresco y alegre. Mi cabalgata solitaria por los caminos desiertos, el descanso del sueño, todo eso refulgía en mi taciturna juventud. La trilla del trigo, de la avena, de la cebada, se hacía aún a yegua. No hay nada más alegre en el mundo que ver girar las yeguas, trotando alrededor de la parva del grano, bajo el grito acucioso de los jinetes. Había un sol espléndido, y el aire era un diamante silvestre que hacía brillar las montañas. La trilla es una fiesta de oro. La paja amarilla se acumula en montañas doradas; todo es actividad y bullicio; sacos que corren y se llenan; mujeres que cocinan; caballos que se desbocan; perros que ladran; niños que a cada instante hay que librar, como si fueran frutos de la paja, de las patas de los caballos. Los Hernández eran una tribu singular. Los hombres despeinados y sin afeitarse, en mangas de camisa y con revólver al cinto, estaban casi siempre pringados de aceite, de polvo cereal, de barro, o mojados hasta los huesos por la lluvia. Padres, hijos, sobrinos, primos eran todos de la misma catadura. Permanecían horas enteras ocupados debajo de un motor, encima de un techo, trepados a una máquina trilladora. Nunca conversaban. De todo hablaban en broma, salvo cuando se peleaban. Para pelear eran unas trombas marinas; arrasaban con lo que se les ponía por delante. Eran también los primeros en los asados de res a pleno campo, en el vino tinto y en las guitarras plañideras. Eran hombres de la frontera, la gente que a mí me gustaba. Yo, estudiantil y pálido, me sentía disminuido junto a aquellos bárbaros activos; y ellos, no sé por qué, me trataban con cierta delicadeza que en general no tenían para nadie. Después del asado, de las guitarras, del cansancio cegador del sol y del trigo, había que arreglárselas para pasar la noche. Los matrimonios y las mujeres solas se acomodaban en el suelo, dentro del campamento levantado con tablas recién cortadas. En cuanto a los muchachos, fuimos destinados a dormir en la era. La era elevaba su montaña de paja y podía incrustarse un pueblo entero en su blandura amarilla. Para mí todo aquello era una inusitada incomodidad. No sabía cómo desenvolverme. Puse cuidadosamente mis zapatos bajo una capa de paja de trigo, la cual debía servirme como almohada. Me quité la ropa, me envolví en mi poncho y me hundí en la montaña de paja. Quedé lejos de todos los otros que, de inmediato y en forma unánime, se consagraron a roncar. Yo me quedé mucho tiempo tendido de espaldas, con los ojos abiertos, la cara y los brazos cubiertos por la paja. La noche era clara, fría y penetrante. No había luna pero las estrellas parecían recién mojadas por la lluvia y, sobre el sueño ciego de todos los demás, solamente para mí titilaban en el regazo del cielo. Luego me quedé dormido. Desperté de pronto porque algo se aproximaba a mí, un cuerpo desconocido se movía debajo de la paja y se acercaba al mío. Tuve miedo. Ese algo se arrimaba lentamente. Sentía quebrarse las briznas de paja, aplastadas por la forma desconocida que avanzaba. Todo mi cuerpo estaba alerta, esperando. Tal vez debía levantarme o gritar. Me quedé inmóvil. Oía una respiración muy cercana a mi cabeza. De pronto avanzó una mano sobre mí, una mano grande, trabajadora, pero una mano de mujer. Me recorrió la frente, los ojos, todo el rostro con dulzura. Luego una boca ávida se pegó a la mía y sentí, a lo largo de todo mi cuerpo, hasta mis pies, un cuerpo de mujer que se apretaba conmigo. Poco a poco mi temor se cambió en placer intenso. Mi mano recorrió una cabellera con trenzas, una frente lisa, unos ojos de párpados cerrados, suaves como amapolas. Mi mano siguió buscando y toqué dos senos grandes y firmes, unas anchas y redondas nalgas, unas piernas que me entrelazaban, y hundí los dedos en un pubis como musgo de las montañas. Ni una palabra salía ni salió de aquella boca anónima. Cuan difícil es hacer el amor sin causar ruido en una montaña de paja, perforada por siete u ocho hombres más, hombres dormidos que por nada del mundo deben ser despertados. Mas lo cierto es que todo puede hacerse, aunque cueste infinito cuidado. Algo más tarde, también la desconocida se quedó bruscamente dormida junto a mí y yo, afiebrado por aquella situación, comencé a aterrorizarme. Pronto amanecería, pensaba, y los primeros trabajadores encontrarían a la mujer desnuda en la era, tendida junto a mí. Pero también yo me quedé dormido. Al despertar extendí la mano sobresaltado y sólo encontré un hueco tibio, su tibia ausencia. Pronto un pájaro empezó a cantar y luego la selva entera se llenó de gorjeos. Sonó un pitazo de motor, y hombres y mujeres comenzaron a transitar y afanarse junto a la era y sus trabajos. El nuevo día de la trilla se iniciaba. Al mediodía almorzábamos reunidos alrededor de unas largas tablas. Yo miraba de soslayo mientras comía, buscando entre las mujeres la que pudiera haber sido la visitante nocturna. Pero unas eran demasiado viejas, otras demasiado flacas, muchas eran jovencitas delgadas como sardinas. Y yo buscaba una mujer compacta, de buenos pechos y trenzas largas. De repente entró una señora que traía un trozo de asado para su marido, uno de los Hernández. Esta sí que podía ser. Al contemplarla yo desde el otro extremo de la mesa creí notar que aquella hermosa mujer de grandes trenzas me miraba con una mirada rápida y me sonreía con una pequeñísima sonrisa. Y me pareció que esa sonrisa se hacía más grande y más profunda, se abría dentro de mi cuerpo.


chafurda s. f. 1. Lama onde o porco se deita e revolve. 2.  [Depreciativo] Casa ou lugar imundo. = POCILGA • Sinônimo geral: CHAFURDEIRO, CHIQUEIRO  ‣ Etimologia: derivação regressiva de chafurdar 
chafurdar v. intr. 1. Revolver-se em chafurda. 2.  [Figurado] Revolver-se na lama do vício. 3. Praticar torpezas.  ‣ Etimologia: origem controversa 
chafurdeiro s. m. 1. O mesmo que chafurda. 2. Aquele que gosta de chafurdar. 3.  [Figurado] Indivíduo devasso.  ‣ Etimologia: chafurda + -eiro chafurdice s. f. Ato de chafurdar.

A hora da estrela (Clarice Lispector)
- Seu destaque na página 59 | Posição 890-895 | Adicionado na data terça-feira, 20 de agosto de 2019, 15:22:35

Eu tinha um homem de quem eu gostava de verdade e que eu sustentava porque ele era fino e não queria se gastar em trabalho nenhum. Ele era o meu luxo e eu até apanhava dele. Quando ele me dava uma surra eu via que ele gostava de mim, eu gostava de apanhar. Com ele era amor, com os outros eu trabalhava. Depois que ele desapareceu, eu, para não sofrer, me divertia amando mulher. O carinho de mulher é muito bom mesmo, eu até lhe aconselho porque você é delicada demais para suportar a brutalidade dos homens e se você conseguir uma mulher vai ver como é gostoso, entre mulheres o carinho é muito mais fino. Você tem chance de ter uma mulher?


vagido s. m. 1. Grito ou choro de criança recém-nascida. 2.  [Figurado] Gemido; lamento.

História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 38 | Posição 572-581 | Adicionado na data sexta-feira, 23 de agosto de 2019, 21:06:44

A sociedade "burguesa" do século XIX e sem dúvida a nossa, ainda, é uma sociedade de perversão explosiva e fragmentada. Isso, não de maneira hipócrita, pois nada foi mais manifesto e prolixo, nem mais abertamente assumido pelos discursos e instituições. Não porque, ao querer erguer uma barreira demasiado rigorosa ou geral contra a sexualidade tivesse, a contragosto, possibilitado toda uma germinação perversa e uma séria patologia do instinto sexual. Trata-se, antes de mais nada, do tipo de poder que exerceu sobre o corpo e o sexo, um poder que, justamente, não tem a forma da lei nem os efeitos da interdição: ao contrário, que procede mediante a redução das sexualidades singulares. Não fixa fronteiras para a sexualidade, provoca suas diversas formas, seguindo-as através de linhas de penetração infinitas. Não a exclui, mas inclui no corpo à guiza de modo de especificação dos indivíduos. Não procura esquivá-la, atrai suas variedades com espirais onde prazer e poder se reforçam. Não opõe uma barreira, organiza lugares de máxima saturação. Produz e fixa o despropósito sexual. A sociedade moderna é perversa, não a despeito de seu puritanismo ou como reação à sua hipocrisia: é perversa real e diretamente.


Women (Charles Bukowski)
- Seu destaque na página 251 | Posição 3843-3848 | Adicionado na data sexta-feira, 23 de agosto de 2019, 23:59:45

Ron poured himself a glass of wine. I couldn’t blame him, he was her roommate. I had no hope of outwait-ing him. He was already there. I poured Sara a wine and then one for myself. After I finished drinking it I said to Sara and Ron, “Well, I guess I’ll be going.” “Oh no,” said Sara, “not so soon. I haven’t had a chance to talk to you. I’d like to talk to you.” She looked at Ron. “You understand, don’t you, Ron?” “Sure.” He got up and walked to the back of the house.


snarl [snαːl]  ■ v.1 rosnar (at, a)2 dizer com maus modos  ■ s. rosnadela

Women (Charles Bukowski)
- Seu destaque na página 263 | Posição 4027-4027 | Adicionado na data sábado, 24 de agosto de 2019, 12:48:56

We bickered, we snarled at each other a bit, but mostly it was all right.


História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 49 | Posição 733-739 | Adicionado na data sábado, 24 de agosto de 2019, 20:52:25

Ora, a confissão é um ritual de discurso onde o sujeito que fala coincide com o sujeito do enunciado; é, também, um ritual que se desenrola numa relação de poder, pois não se confessa sem a presença ao menos virtual de um parceiro, que não é simplesmente o interlocutor, mas a instância que requer a confissão, impõe-na, avalia-a e intervém para julgar, punir, perdoar, consolar, reconciliar; um ritual onde a verdade é autenticada pelos obstáculos e as resistências que teve de suprimir para poder manifestar-se; em fim, um ritual onde a enunciação em si, independentemente de suas consequências externas, produz em quem a articula modificações intrínsecas: inocenta-o, resgata-o, purifica-o, livra-o de suas faltas, libera-o, promete-lhe a salvação.


História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 53 | Posição 802-810 | Adicionado na data sábado, 24 de agosto de 2019, 22:32:02

4. Através do método da interpretação: não é somente porque aquele que ouve tem o poder de perdoar, de consolar e de dirigir que é necessário confessar. É que o trabalho da verdade a ser produzida, caso se queira validá-lo cientificamente, deve passar por essa relação. A verdade não está unicamente no sujeito, que a revelaria pronta e acabada ao confessá-la. Ela se constitui em dupla tarefa: presente, porém incompleta e cega em relação a si própria, naquele que fala, só podendo completar-se naquele que a recolhe. A este incumbe a tarefa de dizer a verdade dessa obscura verdade: é preciso duplicar a revelação da confissão pela decifração daquilo que ela diz. Aquele que escuta não será simplesmente o dono do perdão, o juiz que condena ou isenta: será o dono da verdade. Sua função é hermenêutica. Seu poder em relação à confissão não consiste somente em exigi-la, antes dela ser feita, ou em decidir após ter sido proferida, porém em constituir, através dela e de sua decifração, um discurso de verdade. O século XIX tornou possível fazer funcionar os procedimentos de confissão na formação regular de um discurso científico, fazendo dela não mais uma prova, mas um sinal e, da sexualidade, algo a ser interpretado.


esfalfar v. tr. 1. Extenuar, esgotar as forças a, por trabalho ou esforço excessivo. • v. pron. 2. Cansar-se, extenuar-se; trabalhar em excesso.

Homero - Ilíada e Odisseia (Homero)
- Seu destaque na página 71 | Posição 1074-1076 | Adicionado na data domingo, 25 de agosto de 2019, 13:24:21

Pois, muito embora refreie os impulsos da cólera um dia, continuamente revolve no peito o rancor incontido, té que o consiga saciar.


mossa s. f. 1. Sinal deixado por pancada ou pressão forte. = AMOLGADELA 2. Impressão moral ou emocional. = ABALO, COMOÇÃO • mossas s. f. pl. 3. Cavidades nos dentes da canga onde apertam as brochas.  ‣ Etimologia: latim morsa, -ae, dentada  • Confrontar: moca, moça, mosca.

amolgadela |é| s. f. 1. Ato de amolgar. 2. Mossa. • Sinônimo geral: AMOLGADURA amolgadura s. f. O mesmo que amolgadela.  ‣ Etimologia: amolgar + -dura amolgar v. tr. 1. Fazer mossa em. 2. Machucar. 3.  [Figurado] Achatar. amolgável adj. 2 g. Suscetível de ser amolgado.

Homero - Ilíada e Odisseia (Homero)
- Seu destaque na página 78 | Posição 1181-1185 | Adicionado na data domingo, 25 de agosto de 2019, 17:10:44

Enfurecido com essas palavras ficou o Pelida, o coração a flutuar, indeciso, no peito veloso, sobre se a espada cortante, ali mesmo, do flanco arrancasse e, dispersando os presentes, o Atrida, desta arte, punisse, ou se o furor procurasse conter, dominando a alma nobre.


Homero - Ilíada e Odisseia (Homero)
- Seu destaque na página 88 | Posição 1338-1343 | Adicionado na data domingo, 25 de agosto de 2019, 19:35:43

Obedeceu logo Pátroclo às ordens do amigo dileto, e conduziu para fora da tenda a formosa Briseide, indo entregá-la aos arautos, que para os navios voltaram com a escrava; bem contra a vontade os seguia. Entrementes, dos companheiros Aquiles se afasta, a chorar, assentando-se perto da praia do mar espumoso.


troar v. intr. 1. Estrondear; ribombar. 2. Trovejar; ressoar.

Homero - Ilíada e Odisseia (Homero)
- Seu destaque na página 97 | Posição 1474-1475 | Adicionado na data domingo, 25 de agosto de 2019, 22:54:11

Corre veloz sobre as ondas, fazendo o caminho do estilo.


Homero - Ilíada e Odisseia (Homero)
- Seu destaque na página 98 | Posição 1486-1493 | Adicionado na data domingo, 25 de agosto de 2019, 23:02:59

Não pôde do filho esquecer-se Tétis, do que lhe pedira; emergindo das ondas marinhas, em névoa envolta, ao céu alto subiu e ao Olimpo altanado, onde foi dar com o filho de Crono, que ao longe discerne, dos demais deuses à parte, no pico mais alto do monte. 500    Ao lado dele assentando-se, passa-lhe em torno dos joelhos o braço esquerdo, e, tomando-lhe o queixo na destra, afagando-o, desta maneira a Zeus grande, nascido de Crono, suplica:


História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 57 | Posição 859-863 | Adicionado na data segunda-feira, 26 de agosto de 2019, 18:16:58

Existiu, na confissão cristã, e sobretudo na direção espiritual e no exame de consciência, na procura da união espiritual e do amor de Deus, toda uma série de procedimentos que se aparentam com uma arte erótica: orientação, pelo mestre, ao longo de uma via de iniciação, intensificação das experiências até em seus componentes físicos, majoração dos efeitos através do discurso que os acompanha; os fenômenos de possessão e de êxtase, tão frequentes no catolicismo da Contra-Reforma, foram, sem dúvida efeitos incontroláveis que extravasaram dessa técnica erótica imanente à sutil ciência da carne.


História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 65 | Posição 982-984 | Adicionado na data terça-feira, 27 de agosto de 2019, 00:05:44

Em seguida, que o poder prescreve ao sexo uma "ordem" que funciona, ao mesmo tempo, como forma de inteligibilidade: o sexo se decifra a partir de sua relação com a lei.



História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 65 | Posição 985-986 | Adicionado na data terça-feira, 27 de agosto de 2019, 00:16:05

Ele fala e faz-se a regra. A forma pura do poder se encontraria na função do legislador; e seu modo de ação com respeito ao sexo seria jurídico-discursivo."ela é minha mãe, não minha juíza"


História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 67 | Posição 1023-1024 | Adicionado na data terça-feira, 27 de agosto de 2019, 00:59:04

aceitá-lo-iam, se só vissem nele um simples limite oposto a seus desejos, deixando uma parte intacta — mesmo reduzida — de liberdade? O poder, como puro limite traçado à liberdade, pelo menos em nossa sociedade, é a forma geral de sua aceitabilidade.



História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 80 | Posição 1215-1217 | Adicionado na data quarta-feira, 28 de agosto de 2019, 19:27:17

É preciso admitir um jogo complexo e instável em que o discurso pode ser, ao mesmo tempo, instrumento e efeito de poder, e também obstáculo, escora, ponto de resistência e ponto de partida de uma estratégia oposta. O discurso veicula e produz poder; reforça-o mas também o mina, expõe, debilita e permite barrá-lo.

(saulo)

História da sexualidade 1: a vontade de saber (Michel Foucault)
- Seu destaque na página 80 | Posição 1217-1218 | Adicionado na data quarta-feira, 28 de agosto de 2019, 19:29:07

Da mesma forma, o silêncio e o segredo dão guarida ao poder, fixam suas interdições; mas, também, afrouxam seus laços e dão margem a tolerâncias mais ou menos obscuras.


prorromper |ê| v. intr. 1. Sair com ímpeto. 2. Manifestar-se repentinamente.

romper |ê| v. tr. 1. Despedaçar; quebrar com violência. 2. Dilacerar, separar em pedaços. 3. Esquartejar. 4. Rasgar. 5. Entrar violentamente por, abrir caminho através de. 6. Abrir, sulcar, fender. 7. Interromper o curso regular de; quebrar. 8. Violentar, destruir, desbaratar. 9. Dar começo a. 10. Perturbar. • v. intr. 11. Atacar, investir. 12. Atravessar, penetrar. 13. Começar, ter princípio. 14. Irromper, manifestar-se subitamente. 15. Brotar, surgir, nascer, jorrar com ímpeto. 16. Quebrar, violar. • v. pron. 17. Quebrar-se, partir-se, despedaçar-se (como efeito de um agente violento). 18. Rasgar-se. 19. Fender-se; abrir-se. 20.  [Figurado] Sofrer interrupção, cessar de repente. • s. m. 21. Os primeiros sinais de. 22. Aparecimento súbito. 23. romper a: principiar a ação indicada pelo infinito. 24. romper em: começar a ação que indica o substantivo.

celeradamente adv. De modo celerado.  ‣ Etimologia: celerado + -mente 
celerado adj. s. m. 1. Facínora; malvado; perverso. 2. Capaz de crimes. célere adj. 2 g. Que anda ou corre com rapidez. = LIGEIRO, RÁPIDO, VELOZ  ‣ Etimologia: latim celer, -eris

alarido s. m. 1. Berreiro, gritaria. 2. Lamentação ruidosa.

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