Uma metáfora daora.
Suponhamos que a vida seja o fumo de belo tabaco. Do momento em que se enrola o tabaco ao momento em que se termina de usufruí-lo. Quando nascemos, nos colocam uma bandeja com tabaco. Alguns têm sedas de sobra, a outros faltam isqueiros, outros ainda perdem até suas bandejas; de modo geral cada um dá seu jeito, mesmo que falte alguma coisa. A pessoa vai usar o tabaco, nem que precise engoli-lo, pois que o tabaco é a vida e a vida é condicionada pelo tempo; este que não se submete a ninguém. O consumo do tabaco é datado. O fumo do tabaco é acompanhado por sensações únicas e deliciosas, se efetuado com todo seu esplendor, mas para isso precisa de um lindo e limpo tabaco sem impurezas e de uma boa seda que não seja um guardanapo. E de fogo. Muitas vezes há fogo demais, e queimamos tabacos alheios, terminando todo um fumo que ali se dava. Outras vezes, somos obrigados a comer nosso tabaco, enfiá-lo no cu, por não querer tirar o lindo fogo de alguém, ou por não saber apreciar o fumo, ou por achar que não vale à pena fumá-lo, aí comemos todos de uma vez, matando-nos a sensação do prazer; esperar que o fogo viesse, quando não o temos, talvez fosse lindo, mas o tempo passa, e com ele o tabaco apodrece.
vou escrever tudo mais bonitinho depois, mas a ideia geral é essa:
apreciar o tabaco = apreciar a vida
as vezes tem cabelinhos e sujeiras no tabaco, quase sempre
tira-los é uma tarefa diaria visto que poeira há em todo lugar
constante cuidado com o tabaco = um lindo fumo = uma vida bem vivida
vou escrever tudo mais bonitinho depois, mas a ideia geral é essa:
apreciar o tabaco = apreciar a vida
as vezes tem cabelinhos e sujeiras no tabaco, quase sempre
tira-los é uma tarefa diaria visto que poeira há em todo lugar
constante cuidado com o tabaco = um lindo fumo = uma vida bem vivida
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