Não é sobre amor próprio.
Nunca foi. A intenção original, a matriz do que já era antes de ser, era a conscientização, ou ainda melhor, a realização própria. Amor, conceito único perto da multiplicidade do eu. Odeio-me, enojo-me, cuspo-me com prazer, à medida em que também me acaricio e admiro com olhos contemplativos e suculentos, serenos e sequiosos.
Clamar pelo amor próprio, em uma súplica externalizante, não passando de uma humanização de algo irreal, religiosidade camuflada. A busca do bem e do mal, de deus e do diabo, do amor e do ódio; todas dicotomias criadas por mentes como as nossas, mentes nas quais até lhe serem convenientes a ideia de criar tais conceitos, sequer estes existiam!!! Não vos perpassa a dor que é ter a singularidade d'uma forma de pensar em vigência sob constante cheque da escuridão que são os arredores da consciência, preenchidos por nada e envolvendo com suas foscas asas uma única perspectiva sempre circulante, sempre rebatendo entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio?
Conceitos não se cansam. Pessoas morrem. A vida tem seu ponto final, e isso para a circulação aleatória e sem foco, isso para o errante de ser um eterno transeunte. Porém conceitos não morrem. Conceitos não sentem dor ou vergonha, conceitos não têm medo de tomar decisões. Conceitos não requerem nutrientes para que se tenham forças, nem de uma sólida educação que forme um fluido indivíduo. Conceitos são feitos para serem muros inquebrantáveis, cujas pauladas são fadadas a serem refletidas infindamente. Pois me pego observando um repetitivo e extenuantemente cansativo comportamento em que humanos pregam-se às marretadas em tábuas de conceitos.
Cerceando, assim, a própria liberdade de ser.
Clamar pelo amor próprio, em uma súplica externalizante, não passando de uma humanização de algo irreal, religiosidade camuflada. A busca do bem e do mal, de deus e do diabo, do amor e do ódio; todas dicotomias criadas por mentes como as nossas, mentes nas quais até lhe serem convenientes a ideia de criar tais conceitos, sequer estes existiam!!! Não vos perpassa a dor que é ter a singularidade d'uma forma de pensar em vigência sob constante cheque da escuridão que são os arredores da consciência, preenchidos por nada e envolvendo com suas foscas asas uma única perspectiva sempre circulante, sempre rebatendo entre o bem e o mal, entre o amor e o ódio?
Conceitos não se cansam. Pessoas morrem. A vida tem seu ponto final, e isso para a circulação aleatória e sem foco, isso para o errante de ser um eterno transeunte. Porém conceitos não morrem. Conceitos não sentem dor ou vergonha, conceitos não têm medo de tomar decisões. Conceitos não requerem nutrientes para que se tenham forças, nem de uma sólida educação que forme um fluido indivíduo. Conceitos são feitos para serem muros inquebrantáveis, cujas pauladas são fadadas a serem refletidas infindamente. Pois me pego observando um repetitivo e extenuantemente cansativo comportamento em que humanos pregam-se às marretadas em tábuas de conceitos.
Cerceando, assim, a própria liberdade de ser.
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