Tempos que não há algo subjetivamente melhor...

Do que a doce realização de constatar estar de boa com sua vida da cabeça aos pés, num estado em que nada se falta e que todos os constituintes de sua história se enquadram em seus devidos lugares.
Trabalhar com o que se tem, fourieristas. Frase de um mau original uso, bem malandramente utilizada. Um genuíno obrigado aos que me fizeram sentir. Um genuíno obrigado a mim mesmo por uma trip bem crescente. O que se havia de a fundo pensar sobre os momentos de até hoje já se me riscaram as cicatrizes ao ponto duma nova pele surgir por debaixo. E à luz desse sol que aprendi a ver das cores que me convém, tal minha nova pele apenas me gratifica, junto às marcas que de vocês leitores me deram. Aos espinhos de suas árvores, fixas ou mutáveis como forem, tenho amor, pleno forte amor, lacônico e efusivo, amplo, detalhadamente amplo, como um gigante mosaico. Desejo que vos acompanhem em vida as mais belas das noites, as maiores certezas nas escolhas, os maiores arrependimentos nos equívocos e, em símbolo de eterno inerte amor, os meus maiores sorrisos em suas memórias e futuros.

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