Problemas e soluções
Parece que mais sentido me faz, creio que por influência do tempo, a forma pela qual nossos problemas e soluções são pura questão de distribuir atenção. Enquanto uma atenção se prostra por sobre algo, ela afirma para si aquele algo, negando a todo o resto. Não vou entrar no âmbito da multi-atenção - por mais real que ela seja, é real sempre até certo ponto, e minha tese condiz mais à ideia de finitude do que de singularidade: pouco importa se me atento a uma coisa ou a um milhão de coisas ao mesmo tempo, visto que há sempre mais um infinito para que eu me atente (infinito este que torna migalha o milhão de coisas) -; consideraremos, pois, o viés do momento, do instante e o viés do hábito, do gradativo, da rotina.
[inacabado]
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