Junho
Me faz bem realizar que é real poder sonhar tudo o que a poda não concedia
A tesoura do abuso largou da minha língua, e não me há a menor intenção de empunhar lâminas tendo minhas mãos cheias de flores.
Sou de tudo, mas não costumo errar frequentemente,
aprendi com o viver e nada peço senão continuar meus viveres à luz do meu querer.
Sem dores ou amarguras desnecessárias, sem fardos que pouco me importo sobre, sem sequer abrir a porta do labirinto que tenta, já tão ineficazmente, pôr minha mente em xeque.
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