Ego

Pessoas dentro do padrão de beleza, quando cegas pelo ego, fadam-se ocasionalmente a uma vida adulta de agonia e solidão, incapazes de ceder e receber amor em suas relações uma vez que o padrão de beleza não resiste ao tempo que passa. Com uma dose extra de despreparação, em juventude não treinaram com afinco suas genuínas aptidões (visto que não viam nada a compensar pela inexistente falta de beleza social); uma maldição auto imposta: a, já morta, suposta beleza não tem mais forças para atrair a viciosa atenção alheia que tiraria o suposto belo da dor de se encarar (de tal forma já tão "velho"), e o, nunca exercitado, talento torna a pessoa perpetuamente insegura e, por ventura, um indivíduo desinteressante.

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