Ignorância

          Dois tipos de ignorantes:
          O que acha que não é ignorante e é feliz.
          O que vê que é, se dá conta de que o mundo é grande demais, se sente mal que, em meio a tantos sábios, ele está condenado à uma felicidade confusa, ao desgosto e à insuficiência de tentar e nunca alcançar; nunca ser mais do que é.
          E o pior é que, para o último, a admiração ao mundo e aos sábios só serve para evidenciar uma frase:

          "Tão bom vivo...
          quanto morto."
          

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