Ao extenuar o abrupto
Quem é que vai mostrar para mim o que é viver? Tentar tirar esta dúvida dos conhecimentos alheios que impregna o que eu entendo como experiência. Alguém terá o carinho de passar por entre meus desentendimentos e, com tamanha afeição, ligar os pontos até que eu entenda, de fato, o que fazer?
Não. Ninguém. Pelo menos não com tamanha calma; não sendo tão fleumático. Ninguém vai querer, ninguém vai poder; da curva que circunda os meus problemas, só impero eu. Não sozinho, visto que consigo ver os escrúpulos dos que me rodeiam; não ansioso, porque prefiro manter os olhos aos meus próprios desprazeres.
Queria eu agora, suplicamente, poder (querer) mostrar para alguém o que é viver.
Queria eu agora me despedir do egoísmo.
Queria, devagarinho, aprender a me importar.
Não. Ninguém. Pelo menos não com tamanha calma; não sendo tão fleumático. Ninguém vai querer, ninguém vai poder; da curva que circunda os meus problemas, só impero eu. Não sozinho, visto que consigo ver os escrúpulos dos que me rodeiam; não ansioso, porque prefiro manter os olhos aos meus próprios desprazeres.
Queria eu agora, suplicamente, poder (querer) mostrar para alguém o que é viver.
Queria eu agora me despedir do egoísmo.
Queria, devagarinho, aprender a me importar.
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