Anotações: A Era do Vazio
pagina xv: "Nosso tempo conseguiu eliminar a escatologia revolucionária instaurando uma revolução permanente do cotidiano e do indivíduo: privatização ampliada, erosão das identidades sociais, desgaste psicológico e político, desestabilização acelerada das personalidades. Estamos vivendo uma segunda revolução individualista."
pagina xvi: "

mas com o mínimo de constrangimento e o máximo possível de escolhas privadas, com o mínimo de austeridade e o máximo possível de desejo, com um mínimo de coerção e o máximo possível de compreensão."
página xvii:

página xviii :

Stuart Hall !!!! identidades fragmentadas !!
Observar os escritos de Lipovetsky sobre neo narcisismo, relacionando-o com o conceito de identidade de Hall. Encontra-se ao fim do prefácio de Era do Vazio, talvez um pouco mais adiante. Veremos.
PAgina 19
"A onda de desafeição se propaga por todo lado, despindo as instituições de sua grandiosidade e, simultaneamente, do seu poder de mobilização emocional"
ele falando de como as coisas perderam seu significado e seu estado de valor social.
p 21
"Devido à sua indiferença em relação ao motivo, ao sentido, ao fantasma singular, o hiper-realismo torna-se um jogo puro dedicado apenas ao prazer do trompet'oeil e do espetáculo. Resta apenas o trabalho pctórico, o jogo da representação esvaziado de seu conteúdo clássico, o real se encontrando fora do circuito pelo uso de modelos eles próprios representativos, essencialmente fotográficos."
"Na hora do espetacular, as antinomias duras, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, o real e o ilusório, o sentido e o não-sentido esmaecem, os antagonismos se tornam 'flutuantes' e começamos a compreender, sem ofender nossos metafísicos e antimetafísicos, que hoje em dia é possível viver sem finalidade e sentido, em sequências instantâneas, e isto é uma novidade"
p 22
"Nossa sociedade não conhece precedência, codificações definitivas, centragem: conhece apenas estímulos e opções equivalentes em cadeia. Daí resulta a indiferença pós-moderna, indiferença por excesso e não por falta, por hiper-solicitação e não por privação."
p.24
RELACIONAR COM HALL: "O indivíduo pós-moderno está desestabilizado e é, de certa maneira, 'ubiquista'".
"Indiferença não quer dizer passividade".
p.26

p.33

p34

relacionar com humor, com nossos relacionamentos amorosos fugazes da contemporaneidade.
p36


p42

essa parte faz menção à coisas que eu supostamente ja disse sobre Hall e identidade junto com lipovetsky. porem acrescenta a questão do corpo e do narciso junto nisso tudo. muito bom pra quando for falar da representação corporal identitária dos personagens nas series; as formas como eles se vestem, agem, relacionam-se com o outro e consigo. Isso cai bem no tema dos livros e no tcc.
o autor fica usando e reusando a palavra flutuante para marcar a flexibilidade da visão social sobre o corpo, o espírito, o ser.
p46
"O processo de personalização não elimina as regras, apenas as degela impondo outras regras adaptadas ao imperativo de produzir exatamente uma pessoa pacificada."
pensa em friends, em como eles se ajudam-moldam a ser um cidadão funcional e alegre
depois desse raciocínio do friends, acrescentar esta passagem mostrando como isso se dá no humor (p.114):

p47
"A discrição aparece como a forma moderna da dignidade" (ARIÈS apud LIPOVETSKY, 2005, p.47)
relacionar com a carência assertiva;
relacionar com cenas de sitcoms q tratem deste típico "hold yourself"
p115

p116

essas duas ultimas fotos tem varias passagens concernindo às formas de humor ao longo da nossa linhagem cultural cômica eurocêntrica. Isso é super associável com cinema. ele inclusive usa cinema como exemplo. vale ir observando cada trecho calmamente, pois sao aplicaveis em diferentes situações.
p111
"O tom acadêmico cede espaço para um estilo mais tônico feito de piscadelas de olho e jogos de palavras."
p112

p116
"O humor dominante já não aceita a inteligência das coisas e da linguagem."
"os personagens burlescos, heróicos ou melodramáticos já tiveram seu tempo (FRASIER NO COMEÇO, ROMEU E JULIETA); impõe-se o estilo aberto, desenvolto e humorístico (FRIENDS, BOJACK, STANDUPS)"
p117
"Ao lado do humor de massa eufórico e convivial, desenvolve-se outro humor de certo modo underground, descontraído, sim, porém mais num tom desabusado, hard."
"Humor pós-moderno, new wave, que não deve ser confundido com o humor negro: o tom é moroso, vagamente provocador, beira o vulgar, exibe ostensivamente a emancipação da linguagem, da pessoa, muitas vezes do sexo."
"Mad Max II, de G. Miller, é um exemplo bem característico de um humor pesado no qual se misturam definitivamente a violência extrema e o cômico." -> não precisa usar necessariamente esta passagem, mas algum outro filme ou referência que passe esse mesmo tipo de humor mesclado já nos basta."
"Gracejos que se fundamentam na engenhosidade, no excesso hiper-realista da maquinaria "primitiva", atroz, bárbara da ficção científica. Nada de meios tons. O humor funciona de maneira crua, em grandes planos e efeitos especiais; o macabro é ultrapassado na apoteose do teatro hollywoodiano da crueldade."
p118
"Hoje, o humor exige o espontâneo, o "natural".
pagina xvi: "

mas com o mínimo de constrangimento e o máximo possível de escolhas privadas, com o mínimo de austeridade e o máximo possível de desejo, com um mínimo de coerção e o máximo possível de compreensão."
página xvii:

página xviii :

Stuart Hall !!!! identidades fragmentadas !!
Observar os escritos de Lipovetsky sobre neo narcisismo, relacionando-o com o conceito de identidade de Hall. Encontra-se ao fim do prefácio de Era do Vazio, talvez um pouco mais adiante. Veremos.
PAgina 19
"A onda de desafeição se propaga por todo lado, despindo as instituições de sua grandiosidade e, simultaneamente, do seu poder de mobilização emocional"
ele falando de como as coisas perderam seu significado e seu estado de valor social.
p 21
"Devido à sua indiferença em relação ao motivo, ao sentido, ao fantasma singular, o hiper-realismo torna-se um jogo puro dedicado apenas ao prazer do trompet'oeil e do espetáculo. Resta apenas o trabalho pctórico, o jogo da representação esvaziado de seu conteúdo clássico, o real se encontrando fora do circuito pelo uso de modelos eles próprios representativos, essencialmente fotográficos."
"Na hora do espetacular, as antinomias duras, o verdadeiro e o falso, o belo e o feio, o real e o ilusório, o sentido e o não-sentido esmaecem, os antagonismos se tornam 'flutuantes' e começamos a compreender, sem ofender nossos metafísicos e antimetafísicos, que hoje em dia é possível viver sem finalidade e sentido, em sequências instantâneas, e isto é uma novidade"
p 22
"Nossa sociedade não conhece precedência, codificações definitivas, centragem: conhece apenas estímulos e opções equivalentes em cadeia. Daí resulta a indiferença pós-moderna, indiferença por excesso e não por falta, por hiper-solicitação e não por privação."
p.24
RELACIONAR COM HALL: "O indivíduo pós-moderno está desestabilizado e é, de certa maneira, 'ubiquista'".
"Indiferença não quer dizer passividade".
p.26

p.33

p34

relacionar com humor, com nossos relacionamentos amorosos fugazes da contemporaneidade.
p36


p42

essa parte faz menção à coisas que eu supostamente ja disse sobre Hall e identidade junto com lipovetsky. porem acrescenta a questão do corpo e do narciso junto nisso tudo. muito bom pra quando for falar da representação corporal identitária dos personagens nas series; as formas como eles se vestem, agem, relacionam-se com o outro e consigo. Isso cai bem no tema dos livros e no tcc.
o autor fica usando e reusando a palavra flutuante para marcar a flexibilidade da visão social sobre o corpo, o espírito, o ser.
p46
"O processo de personalização não elimina as regras, apenas as degela impondo outras regras adaptadas ao imperativo de produzir exatamente uma pessoa pacificada."
pensa em friends, em como eles se ajudam-moldam a ser um cidadão funcional e alegre
depois desse raciocínio do friends, acrescentar esta passagem mostrando como isso se dá no humor (p.114):

p47
"A discrição aparece como a forma moderna da dignidade" (ARIÈS apud LIPOVETSKY, 2005, p.47)
relacionar com a carência assertiva;
relacionar com cenas de sitcoms q tratem deste típico "hold yourself"
p115

p116

essas duas ultimas fotos tem varias passagens concernindo às formas de humor ao longo da nossa linhagem cultural cômica eurocêntrica. Isso é super associável com cinema. ele inclusive usa cinema como exemplo. vale ir observando cada trecho calmamente, pois sao aplicaveis em diferentes situações.
p111
"O tom acadêmico cede espaço para um estilo mais tônico feito de piscadelas de olho e jogos de palavras."
p112

p116
"O humor dominante já não aceita a inteligência das coisas e da linguagem."
"os personagens burlescos, heróicos ou melodramáticos já tiveram seu tempo (FRASIER NO COMEÇO, ROMEU E JULIETA); impõe-se o estilo aberto, desenvolto e humorístico (FRIENDS, BOJACK, STANDUPS)"
p117
"Ao lado do humor de massa eufórico e convivial, desenvolve-se outro humor de certo modo underground, descontraído, sim, porém mais num tom desabusado, hard."
"Humor pós-moderno, new wave, que não deve ser confundido com o humor negro: o tom é moroso, vagamente provocador, beira o vulgar, exibe ostensivamente a emancipação da linguagem, da pessoa, muitas vezes do sexo."
"Mad Max II, de G. Miller, é um exemplo bem característico de um humor pesado no qual se misturam definitivamente a violência extrema e o cômico." -> não precisa usar necessariamente esta passagem, mas algum outro filme ou referência que passe esse mesmo tipo de humor mesclado já nos basta."
"Gracejos que se fundamentam na engenhosidade, no excesso hiper-realista da maquinaria "primitiva", atroz, bárbara da ficção científica. Nada de meios tons. O humor funciona de maneira crua, em grandes planos e efeitos especiais; o macabro é ultrapassado na apoteose do teatro hollywoodiano da crueldade."
p118
"Hoje, o humor exige o espontâneo, o "natural".
Comentários
Postar um comentário